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ANO NOVO, VIDA NOVA!
2014/12/11 21:47:47






Feliz Ano Novo! Vida Nova!

 

Mais um ano está chegando!

E o que ele nos trará?

Muitos pedem dinheiro no bolso,

Mas só isso não bastará.

 

Que, no Oriente Médio, haja paz,

Pois é tão grande o sofrimento!

Que o mundo inteiro encontre o amor

E a liberdade de pensamento.

 

Não é com tiros e bombas

Que os problemas vão terminar;

É com diálogo e compreensão,

Sabendo as leis respeitar.

 

Que a humanidade descubra, enfim,

Que, no amor, está a solução;

Que tudo, em todos, se renove,

Com a paz de Deus no coração.

 

Que, no Brasil, onde há seca, chova,

Onde há enchentes, que baixem águas;

Que se preserve a Natureza,

Para que o verde não chore mágoas.

 

Que, na política e na justiça,

Haja clareza e honestidade,

Que haja pão, hospitais, escolas,

Para cada pessoa, em cada cidade.

 

Que o Senhor reine em sua vida,

Em seu trabalho e em seu lar;

Que realize seus bons projetos

E possa, sempre, lhe abençoar!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


TEMPO BOM DE NATAL
2014/12/11 21:41:00


                  TEMPO BOM DE NATAL!      
    
                                               

É TEMPO BOM DE NATAL! É TEMPO BOM DE LOUVOR!

É TEMPO DE OFERECER! TEMPO GOSTOSO DE AMOR!

É TEMPO DE SER FELIZ E DE ESQUECER TODA A DOR!

AGRADEDECENDO A DEUS  POR TERMOS UM SALVADOR!

É TEMPO DE AJUDAR E DE PERDOAR NOSSO IRMÃO;

JESUS É A FONTE QUE PODE LAVAR NOSSO CORAÇÃO!

QUANDO O REI JESUS NASCEU, LÁ NA PEQUENA BELÉM,

TODA A HISTÓRIA MUDOU E MUDOU MINHA VIDA TAMBÉM;

UMA JANELA SE ABRIU E A SUA LUZ ME INUNDOU!

O SEU AMOR ME COBRIU E LOGO ME TRANSFORMOU!

COM GRATIDÃO, MEU JESUS, TE OFEREÇO MEU LOUVOR.

                                                                                                         

NESTE NATAL, TE ADORO E TE  AGRADEÇO, SENHOR.

ÉS  A ESPERANÇA E O CAMINHO, TUA PRESENÇA É REAL,

 ÉS O PRÍNCIPE DA PAZ, ÉS O SENHOR DO NATAL!

SEM A  TUA BELA PRESENÇA, A FESTA FICA   VAZIA,

TORNA-SE  FESTA COMUM  E  É FALSA A  ALEGRIA;

CONTIGO, À MESA, Ó AMIGO, O BANQUETE É SEM IGUAL;

E PODEMOS COMEMORAR  O VERDADEIRO NATAL!

NATAL QUER DIZER  NASCIMENTO,É TEU O ANIVERSÁRIO!

MAS PARECE QUE AS PESSOAS RASGARAM O CALENDÁRIO.

O PRESENTE É A TUA VINDA, DOANDO A TUA  VIDA

PARA GARANTIR VIDA ETERNA À HUMANIDADE PERDIDA.

                                                                                                          

MAS É PRECISO GUARDAR-TE, NO FUNDO CORAÇÃO,

É SÓ ISSO QUE TU QUERES PARA TERMOS SALVAÇÃO.

MORRESTE, EM NOSSO LUGAR, ISSO É AMOR SEM IGUAL!

JESUS, TU ÉS TUDO EM TODOS, ÉS SENHOR UNIVERSAL!

ÉS SENHOR DA MINHA VIDA, QUE ME LIVRA DO PERIGO,

O MEU PRESENTE DE NATAL É ESTAR SEMPRE CONTIGO!

AMADO JESUS, TE PEÇO: LIVRA OS MEUS AMIGOS DO MAL

E DERRAMA CHUVAS DE BÊNÇÃOS, SOBRE ELES, NO NATAL!

                                                        

                    



ALÔ, VISITANTE!
2014/12/11 21:28:26




       MENSAGEM AOS VISITANTES
 

        Ao final deste ano, quero agradecer a todos pelas visitas a este BLOG. No próximo, espero continuar a merecer a sua atenção e as suas visitas, tão especiais.

        O meu alvo é compartilhar boas ideias e experiências com Deus e prestar serviços, através de informações pesquisadas, etc.. Desejo, sinceramente, que o novo ano, pelas mãos de Deus, traga, para você e os seus queridos, muita paz, esperança, alegria, saúde, sabedoria e prosperidade!

         Se puder, veja os textos: “Tempo bom de Natal” e “Feliz Ano Novo! Vida Nova!”, na Categoria: “ DATAS ESPECIAIS”.

                      Cordialmente,

  

                                                   Zeíta de Mattos                                            



FRUTO DO ESPÍRITO
2014/12/11 20:13:49




     Frutos do Amor...             

             O amor é um sentimento cantado em prosa e verso, em todas as épocas, em todos os lugares e é uma palavra muito repetida. Será, entretanto, que esse sentimento é realmente conhecido, em seu real significado, e... praticado, de verdade? Nunca falou-se tanto em amor e nunca praticou-se tão pouco!

             É muito confundido com paixão, possessividade, ciúme, aparência externa, busca de retribuição e muito mais.

A cada dia, a mídia nos informa sobre pessoas que ferem e matam outras em nome do “amor”. Isso não é amor, isso é, no máximo, orgulho, amor próprio ferido.

             Na verdade, amor tem a ver com perdão, paciência, respeito, desprendimento, solidariedade, empatia, bondade, alegria, doação desinteressada, de sentimentos e bens, sem alarde etc. Isso é mesmo difícil! Mas não é impossível!

              Li, certa vez, há muito tempo, que o ser humano, em sua essência, não é capaz de amar desse jeito, a não ser que se torne um canal de Deus, ou seja, que deixe que Ele, que é o próprio amor, nos use como instrumento Seu. É preciso, entretanto, que busquemos isso junto a Ele, com sinceridade plena. O perdão, irmão gêmeo do amor, parece ser amargo no início, mas, depois, torna-se doce e faz muito bem, Não perdoar não resolve nada e ainda traz muitas consequências ruins, físicas e psicológicas, para quem age assim. Com a vingança acontece o mesmo.

              A Bíblia afirma:

             “Amados, amemo-nos uns aos outros porque o amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascido de Deus, e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor.” (I João 4: 7 e 8).

               O próprio Deus provou o seu amor para conosco, entregando o Seu Filho Jesus Cristo para morrer em nosso lugar e nos abrir entrada no céu, pois por nossos méritos ali não poderíamos chegar, após a nossa morte, devido aos nossos erros.

                O mesmo São Paulo, no capítulo 13 da 1ª Carta aos Coríntios, descreve, magnificamente, o que é o verdadeiro amor, ensinando que podemos ter tudo, mas se não tivermos amor, nada seremos!

               Jesus nos manda amar até mesmo os nossos inimigos quando trata do assunto “vingança”.

               “Digo-vos, porém, a vós outros que me ouvis: Amai os vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam; bendizei aos que vos maldizem, orai pelos que vos caluniam.”

(Evangelho de Lucas: 6: 27 e 28).

               Então, como poderemos amar, de verdade, a não ser através dEle? Mas... é preciso que nos deixemos possuir pelo Espírito Santo para que nos dê sabedoria e nos aconselhe a como expressar os nossos sentimentos da maneira que faz produzir frutos doces, que alimentam, que são bonitos, saudáveis e trazem alegria e paz a nós mesmos e aos que nos cercam, perfumando o ambiente com o cheiro bom da felicidade.

       Amar as pessoas, a Natureza, as boas causas torna a vida melhor!  Na Carta aos Gálatas 5: 22 e 23, São Paulo ensina que      O FRUTO DO ESPÍRITO é: “... amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei.”

               Gostei de uma comparação singela, mas esclarecedora, que ouvi sobre esse texto e uma... tangerina! Por quê? Porque ela é um fruto(a) único, mas com vários gomos e cada um deles seria uma dessas atitudes citadas por ele. Isso quer dizer que uma só pessoa, como canal de Deus, é capaz de exercer todos esses dons ou o máximo possível, mas sempre buscando aperfeiçoar-se e tornar-se mais agradável e doce. A simpatia, a gentileza, a cordialidade, enfim, farão de nós ÁRVORES que produzirão sombra, abrigo e frutos doces para os famintos de AMOR. Não nos esqueçamos de que os frutos não aproveitados por alguém, indo ao solo, realimentam a árvore, que terá sempre uma reserva pra quem buscar a sua sombra amiga!   

              Que Deus derrame sobre nós Grandes Chuvas de Amor que façam brotar flores em nossos caminhos!   Amém e Amém!                       

 

 

                              Zeíta de Mattos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 





JESUS, CARINHOSO...
2014/12/08 21:03:16

 F
 
 


        JESUS, CARINHOSO...

 

Ó, Jesus, tu bem sabes que o homem precisa

De Deus, de alegria, de paz no caminho,

De teto, de pão, de esperança e amigos,

E, também de amizade, de amor e carinho.

 

Quantas vezes, aquilo que chamam de amor,

Não se expressa em atitudes que possam prová-lo,

Pois o amor não é posse, ciúme e cobrança;

Com ternura sincera é mais fácil mostrá-lo.
 

Com bondade tratavas homens e mulheres,

Pobres, ricos, leprosos, infelizes, mendigos;

Com carinho, acolheste - em teus braços - crianças;

A todos amando e chamando de amigos.

 

Quantas vezes, Jesus, esquecemos tudo isso,

Esquecemos Senhor, como és amoroso,

Fiel, manso, humilde, bom e conselheiro,

Amigo e amável, terno e carinhoso!

 

JESUS, O CRIADOR DO UNIVERSO
2014/12/08 20:05:09

A seguir, textos do Rev. Hernandes Dias Lopes, encontrados na edição de Cada Dia, 2013, Vol.33, Nº12. LPC Comunicações.

JESUS, O CRIADOR DO UNIVERSO

 


 

“Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, 
e, sem ele, nada do que foi feito se fez” 
Jo 1.3

 


 
O universo não é fruto de uma geração espontânea nem de uma explosão cósmica. O universo não é resultado de uma evolução de milhões e milhões de anos. Foi criado e criado sem matéria preexistente. O universo com suas leis precisas, com seus movimentos harmônicos e com sua complexidade colossal não é fruto do acaso. 

Que o universo foi criado, a ciência prova; mas que foi criado por Deus, aceitamos pela fé (Hb 11.6). Lemos, logo no portal das Escrituras: “No princípio criou Deus os céus e a terra” (Gn 1.1). Mas, quem foi o agente da criação? Jesus, o Filho de Deus! Todas as coisas foram feitas por ele e sem ele nada do que foi feito se fez (Jo 1.3). Ele criou todas as coisas, as visíveis e as invisíveis, quer sejam tronos e potestades (Cl 1.16). 

Ele criou o mundo físico e o espiritual. Criou homens e anjos. Na linguagem do profeta Isaías, ele mediu as águas dos mares na concha da sua mão e pesou o pó da terra em balança de precisão. Ele mediu os céus a palmos e espalhou as estrelas no firmamento. Jesus não apenas criou o universo, mas também o sustenta com a palavra do seu poder.

Referência para leitura: Jo 1.3
SAIBA MAIS SOBRE JESUS COM O REV. HERNANDES D. LOPES
2014/12/08 19:47:05

A seguir, textos do Rev. Hernandes Dias Lopes, encontrados na edição de Cada Dia, 2014, Vol.34, Nº12. LPC Comunicações. 

O ANUNCIADO A MARIA

 


 

“Eis que conceberás e darás à luz um filho, a quem chamarás pelo nome de Jesus”
Lc 1.31

 


 
O nascimento de Jesus não foi casual, sua morte não foi um acidente nem sua ressurreição uma surpresa. Sua vinda ao mundo estava planejada desde a eternidade. Na plenitude dos tempos, o anjo Gabriel foi enviado a Nazaré, para comunicar a Maria, prometida a José, que ela seria a mãe do Salvador. Maria, era uma jovem humilde, piedosa e mui corajosa. 

Mesmo sem entender todos os mistérios dessa nobilíssima missão, colocou-se à disposição do Altíssimo para carregar em seu ventre o Deus bendito e ser mãe do Salvador do mundo. O nascimento de Jesus foi planejado no céu e realizado na terra. Nasceu de mulher, sob a lei, para nos libertar do pecado e da morte. Seu nascimento foi um milagre, sua vida foi um portento, sua morte foi um sacrifício e sua ressurreição foi uma vitória retumbante. Nasceu num berço humilde, de uma família humilde, numa cidade humilde.

Nasceu não num palácio, mas numa manjedoura. Nasceu não sob os holofotes da fama, mas num campo de ovelhas. Porém, seu nascimento trouxe glória a Deus no céus e paz na terra entre os homens. Jesus é a esperança dos desesperançados, a alegria dos tristes, a paz dos atormentados, o amigo dos pecadores. Nele encontramos vida abundante, perdão copioso, redenção eterna, salvação gloriosa.

Referência para leitura: Lucas 1.26-38

O VERBO QUE SE FEZ CARNE

 


 

“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus [...]E o Verbo... habitou entre nós...”
Jo 1.1,14

 


 
O evangelista João, o mesmo que reclinou a cabeça no peito de Jesus, no cenáculo, por ocasião da inauguração da ceia, escreveu o quarto evangelho para apresentar Jesus não como o rei dos judeus, como o fez Mateus; não como o servo do Altíssimo, como o fez Marcos; não como o homem perfeito, como o fez Lucas; mas como Deus, o criador do universo. No prólogo do evangelho, João escreve: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus”.

Três verdades são destacadas aqui. Primeira, o Jesus histórico, que nasceu em Belém da Judeia, é o Verbo eterno. Quando tudo teve início, no princípio da criação, ele já existia e ele foi o agente da própria criação, pois todas as coisas foram feitas por ele e sem ele nada do que foi feito se fez. A segunda verdade é que Jesus, antes de seu nascimento, já tinha plena comunhão com o Pai na eternidade. O Verbo estava face a face com Deus antes da criação do mundo. Portanto, Jesus é distinto do Pai, embora da mesma substância. 

A terceira verdade é que Jesus é o próprio Verbo divino. Jesus não é uma emanação de Deus nem mesmo um ser inferior criado por Deus. Ele é Deus, da mesma substância do Pai. Ele é coigual, coeterno e consubstancial com o Pai. Jesus e o Pai são um. Quem vê Jesus, vê o Pai. Ele é o Verbo eterno, pessoal e divino!

Referência para leitura: João 1.1-14

O CRIADOR DOS CÉUS E DA TERRA

 


 

“Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez”
Jo 1.3

 


 
Aquela tenra criança nascida em Belém e envolta em panos, não é outro senão o próprio criador do universo. Foi ele quem lançou os fundamentos da terra, mediu as águas na concha de sua mão e pesou o pó da terra em balança de precisão. Foi ele quem mediu os céus a palmo e espalhou as estrelas no firmamento. Foi ele quem colocou limite nas águas do mar e fez separação entre as águas e a terra seca.

Este vastíssimo e insondável universo com mais de noventa e dois bilhões de anos-luz de diâmetro foi criado por ele e é sustentado pela palavra de seu poder. Sem matéria preexistente, o Filho de Deus trouxe à vida este colossal universo. Do nada ele tudo criou. Não apenas criou, mas também sustenta toda a obra da criação. Ele é quem nos dá vida, respiração e tudo o mais. Dele vem a chuva e o sol. Ele é quem dá vida à semente e pão ao que tem fome.

Nele vivemos, nos movemos e existimos. Ele é a fonte de todo o bem. Ele é o dono e o governador do universo. Dele emana todo o poder. Ele é tudo em todos. Sem ele nada podemos fazer. Jesus é o dom precioso de Deus para nós, pois, por amor de nós, pecadores, deixou a glória e veio ao mundo a fim de se identificar conosco, carregar sobre si os nossos pecados, morrer em nosso lugar, e nos dar a vida eterna.

Referência para leitura: Colossenses 1.13-17

O REVELADOR DE DEUS

 


 

“Ele, que é o resplendor da glória e a expressão exata do seu ser, sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder...” 
Hb 1.3

 


 
Os agnósticos, embora creiam que Deus existe, duvidam que ele possa ser conhecido. Será que podemos conhecer a Deus? Quem é Deus? Se pensarmos em seus atributos incomunicáveis, Deus é autoexistente, infinito, imenso, eterno, imutável, onisciente, onipresente, onipotente e transcendente. Deus é espírito. Deus é fogo consumidor. Deus é amor. Ele é justo, bom, verdadeiro, misericordioso e assaz benigno. Como podemos ver aquele que é invisível, tocar naquele que é intangível, e ter comunhão com aquele que nem o céu dos céus pode contê-lo?

Jesus, o Verbo encarnado, veio nos revelar Deus. Ele é plenamente Deus, a verdadeira luz. Ele é igual ao Pai em essência e poder. Ele é eternamente gerado do Pai. Ele e o Pai são um. Quem o vê, vê o próprio Pai. Nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade. Ele é o resplendor da glória e a expressão exata do ser de Deus. Jesus é a exegese de Deus, o intérprete de Deus.

Só podemos conhecer a Deus por meio dele. Sendo o unigênito de Deus, veio do céu para nos mostrar Deus e nos conduzir a Deus. Ele é o caminho que nos leva ao Pai, o único mediador que nos reconcilia com Deus. Sendo Deus, ele nos leva a Deus; sendo homem, ele traz Deus a nós. Este é o sublime mistério do Natal: o filho primogênito de Maria é o unigênito de Deus!

Referência para leitura: Hebreus 1.1-14

O TRANSCENDENTE QUE SE ESVAZIOU

 


 

“Antes, a si mesmo se esvaziou... tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana” 
Fp 2.7

 


 
Há muitos deuses no mundo. Todos, porém, são criados pelos homens. Existe apenas um Deus vivo e verdadeiro. Os deuses dos povos são ídolos que não têm vida nem poder de dar vida. O verdadeiro Deus não foi criado, é o criador. Não passou a existir, é o Pai da eternidade. Não foi inventado pela imaginação humana, é a fonte de todas as coisas. Quem é este Deus? Qual é o tamanho deste Deus?

Ele é transcendente. É maior do que tudo o que existe. Nem o céu dos céus pode contê-lo. Mas, qual é o tamanho dos céus que ele mediu a palmos? Os astrônomos afirmam que o universo tem mais de noventa e dois bilhões de anos-luz de diâmetro. Isso significa que, se voássemos à velocidade da luz, trezentos mil quilômetros por segundo, demoraríamos mais de noventa e dois bilhões de anos para ir de uma extremidade à outra.

Deus, sendo imenso e infinito, e, portanto, maior do que o universo, esvaziou-se e tornou-se um bebê, nasceu de uma virgem e foi enfaixado em panos. O eterno entrou no tempo e vestiu pele humana. Sendo o Rei da glória, fez-se servo e o menor deles. Sendo o criador, o sustentador e o dono do universo, fez-se pobre. O Verbo eterno, pessoal e divino fez-se carne e armou seu tabernáculo entre nós. Bendito mistério, sublime mistério, o mistério do Natal!

Referência para leitura: Filipenses 2.5-11

O SALVADOR, MESSIAS E SENHOR

 


 

“É que hoje vos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor” 
Lc 2.11

 


 
O Sol da justiça nasceu na noite de Natal. Seu nascimento trouxe glória a Deus no céu e paz na terra entre os homens. O Cordeiro de Deus nasceu numa manjedoura. O anjo de Deus anunciou aos pastores de Belém essa alegre notícia com grande entusiasmo: “Não temais; eis aqui vos trago boa-nova de grande alegria, que o será para todo o povo: é que hoje vos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor”. Três verdades sobre Jesus são enfatizadas pelo anjo.

A primeira é que ele é o Salvador. Não há nenhum outro nome dado entre os homens pelo qual importa que sejamos salvos. Só Jesus pode perdoar pecados e nos reconciliar com Deus. Só Jesus pode nos salvar da ira vindoura e nos dar a vida eterna. A segunda verdade é que Jesus é o Messias. Ele é o Ungido de Deus, o desejado de todas as nações, o prometido desde a eternidade. Os patriarcas apontaram para ele e os profetas o anunciaram. Agora, o anjo diz que ele nasceu em Belém. 

A terceira verdade é que Jesus é o Senhor. Ele é o Rei da glória. Seu trono é eterno e seu reinado jamais terá fim. Diante dele dobra-se todo joelho no céu, na terra e debaixo da terra. Anjos, homens e demônios precisam se dobrar e confessar que Jesus Cristo é Senhor, para a glória de Deus Pai. Essa é a sublime mensagem do Natal!

Referência para leitura: Lucas 2.11-20

A ALEGRIA DOS HOMENS

 


 

“O anjo, porém, lhes disse: Não temais; eis aqui vos trago boa-nova de grande alegria, que o será para todo o povo”
Lc 2.10

 


 
O mundo está saturado de más notícias. Há um desencanto com a política, um temor quanto à economia, um descaso com a vida e um descrédito com a religião. Mesmo aqueles que alcançam o ponto culminante da fama, riqueza e sucesso, descobrem que a felicidade lhes é negada nesse banquete da prosperidade. A violência nas ruas, a escravidão das drogas e a desconstrução da família agravam ainda mais essa tristeza crônica que assola homens e mulheres, ricos e pobres, doutores e analfabetos.

Nesse mundo de trevas, Jesus é a única luz da esperança. Nesse mundo imerso num caudal de dor e tristeza, Jesus é a alegria dos homens. A alegria que Jesus oferece não é passageira nem superficial, mas eterna e completa. Quando Jesus nasceu, o anjo anunciou a chegada de uma alegria celestial para todo o povo. Jesus veio para trazer vida e vida em abundância. Aqueles que nele creem experimentam rios de água viva fluindo de seu interior.

Aqueles que o conhecem experimentam uma alegria indizível e cheia de glória. Aqueles que buscam a sua face bebem a largos sorvos a paz de Deus, que excede todo o entendimento. Nossa alegria não é um sentimento nem mesmo uma emoção. Nossa alegria é uma pessoa. Nossa alegria é Jesus. Quem tem Jesus é verdadeiramente feliz. Essa é a gloriosa mensagem do Natal.

Referência para leitura: Lucas 2.1-10

O CORDEIRO DE DEUS

 


 

“No dia seguinte, viu João a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!”
Jo 1.29

 


 
João Batista, o precursor do Messias, apresentou-o como o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Jesus é o Cordeiro substituto, o Cordeiro imaculado e sem defeito e o Cordeiro que foi morto, e morto pelos nossos pecados. Em Gênesis 22, Jesus é o Cordeiro suficiente para uma pessoa. Em Êxodo 12, Jesus é o Cordeiro suficiente para uma família. Em Isaías 53, Jesus é o Cordeiro suficiente para uma nação. Mas, em João 1.29, Jesus é o Cordeiro suficiente para o mundo inteiro.

Jesus é o nosso Cordeiro pascal. Assim como os primogênitos israelitas foram libertos da morte pelo sangue do cordeiro aspergido nos batentes das portas, nós, também, somos salvos da condenação eterna pelo sangue de Jesus, aplicado em nossos corações pela fé. Jesus não é apenas o Cordeiro substituto e sofredor, que foi morto pelos nossos pecados, mas, também, é o Cordeiro vencedor, que triunfou sobre a morte e desbaratou o inferno.

Ele ressuscitou! Jesus venceu a morte, triunfou sobre ela, está vivo pelos séculos dos séculos e tem as chaves da morte e do inferno. Nele temos copiosa redenção. Nossa vida está segura em suas onipotentes mãos. Agora, e para sempre, vamos adorar o Cordeiro de Deus. O universo inteiro vai se desdobrar em copiosa e eterna adoração ao Cordeiro vencedor.

Referência para leitura: João 1.29-31

O SALVADOR DO MUNDO

 


 

“.. Porque nós mesmos temos ouvido e sabemos que este é verdadeiramente o Salvador do mundo” 
Jo 4.42

 


 
Em virtude do testemunho da mulher samaritana, a cidade de Sicar foi encontrar-se com Jesus e muitos creram nele por causa do testemunho dela. Depois de ouvi-lo, muitos outros creram e afirmaram ser ele o Salvador do mundo. Três verdades devem ser aqui enfatizadas. A primeira é que não existem outros salvadores no mundo. Há muitas religiões, credos, livros considerados sagrados, mas há somente um Salvador. Só há salvação em Jesus.

Não há outra porta do céu, senão Jesus. Só Jesus é o caminho para Deus. Só ele é o mediador entre Deus e os homens. Ele é, de fato, o Salvador do mundo. A segunda verdade é que Jesus é poderoso para salvar pessoas em todo o mundo. Ele morreu para comprar com o seu sangue aqueles que procedem de toda tribo, língua, povo e nação. Nunca houve, nem jamais haverá em qualquer lugar do mundo e em qualquer tempo da história, outro salvador, além de Jesus.

A terceira verdade é que Jesus não é o Salvador do mundo quantitativamente falando, mas qualitativamente falando. Ou seja, ele é o Salvador do mundo sem acepção e não sem exceção. Somente aqueles que creem em seu nome são salvos. Os que se mantêm rebeldes contra o Filho de Deus permanecem na morte, mas aqueles que, arrependidos, creem no seu nome, são salvos, agora e para sempre.

Referência para leitura: João 4.39-42

O AMIGO DOS PECADORES

 


 

“Veio o Filho do Homem... e dizem: Eis aí um glutão, bebedor de vinho, amigo de publicanos e pecadores...”
Mt 11.19

 


 
Jesus foi acusado pelos seus opositores de ser amigo dos pecadores, de comer com publicanos e conversar com prostitutas. Essa acusação, embora cheia de malícia, representava a mais pura verdade. De fato, Jesus foi e é amigo dos pecadores. O que isso, porém, não significa? Não significa que Jesus aprovou o pecado ou dele fosse participante. Jesus jamais pecou nem dolo algum foi achado em sua boca. Não significa que Jesus fez vistas grossas ao pecado. 

Jesus, embora misericordioso com os pecadores, sempre foi contundente contra o pecado. Não significa que Jesus viu o pecado como inofensivo. O pecado é maligníssimo e Jesus exigiu que seus discípulos rompessem com ele radicalmente. O que significa ser Jesus amigo dos pecadores? Significa que ele é acessível aos pecadores. Os fariseus, que acusavam Jesus, expulsavam os pecadores para manter a pose de uma espiritualidade hipócrita. Significa que Jesus é misericordioso com os que pecam.

Sempre que um pecador se aproxima de Jesus com o coração quebrantado, encontra nele graça e perdão. Significa que Jesus não veio buscar justos, mas pecadores. Não há salvação para os que se julgam justos, mas para os que se reconhecem pecadores. Porque Jesus é amigo dos pecadores, há esperança para nós, pecadores.

Referência para leitura: Mateus 11.7-19

O PASTOR QUE DEU SUA VIDA

 


 

“Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas”
Jo 10.11

 


 
De todas as figuras usadas nas Escrituras para falar de Jesus, uma das mais ternas é a figura do pastor. Jesus nos é apresentado no Novo Testamento como o bom pastor (Jo 10.11), o grande pastor (Hb 13.20) e o supremo pastor (1Pe 5.4). Como bom pastor, Jesus deu sua vida pelas ovelhas; como grande pastor, Jesus vive para as ovelhas; e como supremo pastor, Jesus voltará para as ovelhas. O livro de Salmos nos apresenta o mesmo retrato.

O Salmo 22 fala da morte de Jesus e o aponta como o bom pastor; o Salmo 23 fala do poder de Jesus, sua provisão e companhia, e apresenta Jesus como o grande pastor; o Salmo 24, por sua vez, mostra a majestade de Jesus e sua gloriosa vinda e no-lo revela como o supremo pastor. Jesus morreu pelas suas ovelhas, vive para suas ovelhas e voltará para suas ovelhas. A palavra de Deus diz que todos nós éramos como ovelhas desgarradas. Estávamos perdidos e expostos a toda sorte de perigos.

Jesus, porém, nos amou, deu sua vida por nós, colocou-nos em seus braços e levou-nos para seu aprisco. Em Jesus temos provisão suficiente, companhia na adversidade e comunhão para a eternidade. Jesus morreu a nossa morte para vivermos sua vida e bebeu o cálice amargo da ira divina para saciar-nos com a água da vida. Jesus é o nosso bom, grande e supremo pastor!

Referência para leitura: João 10.1-18

O RICO QUE SE FEZ POBRE

 


 

“Pois conheceis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, se fez pobre por amor de vós...”
2Co 8.9

 


 
O Natal é a festa que proclama de forma eloquente o amor de Deus por nós. Seu amor foi demonstrado não apenas em palavras, mas, sobretudo, em ação abnegada. Seu amor não foi escrito em tábuas de pedra, mas nas páginas do nosso coração. Seu amor não foi imposto por obrigação, mas motivado pela graça. A graça de Deus é um favor imerecido endereçado a pecadores indignos.

Jesus deixou a glória eterna que tinha com o Pai, a companhia dos anjos, e veio a este mundo, nasceu de mulher, nasceu sob a lei, para viver entre nós e ser um de nós, exceto no pecado. Sendo rico, se fez pobre para tornar-nos ricos. Três verdades devem ser aqui observadas. A primeira delas é que a riqueza de Jesus decorre do fato de ele ser o criador e o dono do universo. Tudo foi feito por ele e para ele. Riquezas e glórias pertencem a ele.

Dele é o mundo e tudo o que nele existe. Não há um centímetro sequer do universo que Jesus não seja o dono. A segunda verdade é que Jesus, ao encarnar-se, tornou-se pobre. Nasceu numa família pobre, num berço pobre e cresceu como um homem pobre, que não tinha onde reclinar a cabeça. A terceira verdade é que pela sua pobreza, tornamo-nos ricos. Ele abriu mão da glória para nos levar para a glória. Ele abriu mão de sua riqueza para tornar-nos ricos, muito ricos!

Referência para leitura: 2 Coríntios 8.1-15

O SENHOR QUE SE FEZ SERVO

 


 

“...Deus o exaltou … e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho...”
Fp 2.9,10

 


 
O Natal abre as cortinas da eternidade para nos mostrar que o reino de Deus é um reino de ponta-cabeça. Ser grande é ser pequeno. O que quiser ser o maior, deverá ser o servo de todos. No reino de Deus felizes são os humildes de espírito, os que choram, os que têm fome e sede de justiça, os puros de coração, os mansos, os pacificadores e os que são perseguidos por causa da justiça. Jesus não apenas ensinou sobre essa verdade revolucionária, ele foi o melhor exemplo.

Por isso, devemos ter o mesmo sentimento que houve também em Cristo, pois ele, sendo Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus, antes a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo. Ele, sendo o Rei dos reis, o Senhor dos senhores, o criador e o dono do universo, desceu até nós, calçou as sandálias da humildade, nasceu num lar pobre, cresceu como homem pobre, tinha as mãos calejadas pelo trabalho da carpintaria, andou fazendo o bem e declarou em alto e bom: “Eu não vim para ser servido, eu vim para servir”.

Oh, quão humilde servo nós temos em Jesus! Sem deixar de ser Deus, senhor absoluto do universo, cingiu-se com uma toalha e tomou uma bacia para lavar os pés dos discípulos. Sendo ele o Senhor, foi às últimas consequências, e morreu por nós. Devemos, também, servir uns aos outros e dar nossa vida pelos irmãos.

Referência para leitura: Filipenses 2.1-11

A LUZ PARA AS TREVAS

 


 

“De novo, lhes falava Jesus, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas...” 
Jo 8.12

 


 
O Iluminismo colocou o homem no centro de todas as coisas e empurrou Deus para a lateral. O humanismo idolátrico, com todas as luzes do seu conhecimento, jogou a humanidade num poço escuro de escravidão e morte. Jesus, porém, é o Sol da justiça que trouxe salvação em suas asas. O evangelho de Cristo trouxe vida onde reinava a morte. O mundo jaz em trevas, o diabo é o príncipe das trevas e viver no pecado é andar na escuridão.

O diabo cegou o entendimento dos incrédulos, por isso, aqueles que são prisioneiros do pecado vivem em densas trevas. Mas Jesus veio ao mundo para desfazer as obras do diabo, libertar os cativos e dar vista aos cegos. Jesus é a luz do mundo e a luz prevalece nas trevas. Onde o evangelho é proclamado, a escuridão do paganismo é vencida. Onde a verdade de Deus prevalece, as cavernas escuras da alma humana são iluminadas. Onde Jesus é anunciado como Salvador, aqueles que vivem encerrados nas masmorras escuras da impiedade são libertos.

Jesus é a luz que veio ao mundo para iluminar todos os homens. Aqueles que nele creem não andam em trevas. Aqueles que nele confiam sabem para onde vão. Aqueles que nele esperam verão a alva e reinarão com ele eternamente. Só em Jesus há salvação. Só em seu nome há perdão. Só nele há copiosa redenção.

Referência para leitura: João 8.12-20

O CAMINHO DE VOLTA PARA DEUS

 


 

“Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” 
Jo 14.6

 


 
O Natal é um marco na história da humanidade. Trata-se do nascimento do Filho de Deus. O evangelho de João, mais do que os outros, ressalta a divindade de Cristo. Sete vezes, Jesus se apresenta como o grande EU SOU. Eu sou o pão da vida; Eu sou a porta das ovelhas; Eu sou o bom pastor; Eu sou a luz do mundo; Eu sou a ressurreição e a vida; Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; Eu sou a videira verdadeira.

Num mundo que luta pelo prevalecimento do pluralismo de ideias e ao mesmo tempo pelo inclusivismo religioso, Jesus se apresenta não apenas como um dos caminhos que leva a Deus, mas como o único caminho. Ele não é apenas um salvador entre muitos, mas o único Salvador. Ele não é apenas um mediador entre uma miríade de outros, mas o único Mediador entre Deus e os homens. Ninguém pode chegar a Deus senão por meio de Jesus.

Embora haja caminho que ao homem pareça direito, Jesus é o único caminho de acesso a Deus, a única porta do céu. Nenhuma religião pode salvar o pecador. Nenhum credo religioso pode recomendar o homem a Deus. Nenhum ritual sagrado pode restaurar sua comunhão com Deus. Só Jesus pode perdoar seus pecados, dar a você a vida eterna e levar você ao céu. Ele é o caminho para Deus! Você já está andando nesse caminho?

Referência para leitura: João 14.1-15

O PÃO PARA NOSSA FOME

 


 

“Eu sou o pão da vida” 
Jo 6.48

 


 
A fome é uma dramática realidade. Assola ainda hoje mais de um bilhão de pessoas no mundo. O pão não é luxo; é essencial. Não é dispensável; é absolutamente necessário. Assim como há fome física, há também fome espiritual. Assim como o nosso corpo necessita do pão da terra; de igual forma, nossa alma carece do pão do céu. Jesus se apresentou como o pão da vida. Aqueles que comeram o maná no deserto pereceram, mas aqueles que dele se alimentam viverão eternamente.

Jesus é o pão vivo que desceu do céu. Só nele nossa alma encontra completa provisão. Só ele nos alimenta e nos sustenta. Assim como o pão dá prazer e sustento, assim também de Jesus vem a nossa satisfação e o nosso vigor. O pão da terra, que entra pela nossa boca e chega ao estômago, é o pão que perece, pois não pode nos satisfazer plenamente, mas o pão do céu, que recebemos pela fé, esse nos satisfaz eternamente.

Quanto ao pão da terra, precisamos nos voltar a ele diariamente, mas, aqueles que se alimentam de Jesus, o pão da vida, nunca mais terão fome. Não matamos nossa fome apenas sabendo das qualidades nutritivas do pão, nem encontramos satisfação apenas tomando conhecimento da nossa necessidade de pão. O pão precisa ser ingerido. Jesus é o pão da vida apenas para aqueles que dele se alimentam.

Referência para leitura: João 6.1-71

A ÁGUA PARA A NOSSA SEDE

 


 

“... se alguém tem sede, venha a mim e beba. Quem crer em mim... do seu interior fluirão rios de água viva” 
Jo 7.37,38

 


 
Você é uma pessoa sedenta. Há dentro de você uma sede que não pode ser satisfeita com as coisas deste mundo. Dinheiro, sucesso e poder não podem preencher o vazio de sua alma. Você pode beber todas as taças dos prazeres e ainda ter um coração desassossegado. Deus colocou a eternidade em seu coração e as riquezas deste mundo e os prazeres desta vida não conseguem saciar sua alma. Jesus Cristo, o Filho de Deus, é a água da vida. Ele satisfaz plenamente.

Aquele que beber dessa água nunca mais terá sede. Essa água se torna uma fonte que jorra para a vida eterna. Jesus faz-lhe um convite maravilhoso: “Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva”. Esse convite é pessoal. Não se trata de um mero ritual religioso, mas de um relacionamento pessoal com Jesus. Esse convite não é apenas para você ter um conhecimento intelectual sobre Jesus, mas para você experimentá-lo.

Esse convite exige uma tomada de decisão. Você precisa vir a Jesus. Você precisa arrepender-se de seus pecados e crer nele como seu Salvador. Quando você se rende a ele, então, uma nova vida brota do seu interior. Não uma vida estagnada como uma cacimba lodacenta, mas uma vida abundante, como rios caudalosos que brotam do seu interior.

Referência para leitura: João 7.37-44

O AUTOR DA VIDA QUE MORREU

 


 

“... Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia...” 1Co 15.3,4

 


 
Aquele menino que nasceu numa manjedoura, trabalhou numa carpintaria e morreu numa cruz é o autor da vida. Ele tem vida em si mesmo e não deriva sua vida de ninguém, antes, é ele quem a todos dá vida, respiração e tudo o mais. Ele é a fonte tanto da vida biológica como da vida espiritual. Jesus definiu a si mesmo como “a vida”. Quem tem Jesus tem a vida; quem não tem Jesus não tem a vida. Sendo ele o autor da vida, deu sua vida em nosso resgate. Voluntariamente se entregou para morrer em nosso lugar e em nosso favor.

Por ser o autor da vida, a morte não pôde retê-lo. Ao contrário, ele entrou nas entranhas da morte, arrancou seu aguilhão e matou a morte. A morte morreu na morte de Cristo, pois ele triunfou sobre ela ao ressuscitar dentre os mortos. Jesus é a ressurreição e a vida e todo aquele que nele crê nunca morrerá eternamente, pelo contrário, passou da morte para a vida.

Jesus não morreu como um mártir. Sua morte não foi um acidente nem sua ressurreição uma surpresa. Ele morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, e ressuscitou para a nossa justificação, segundo as Escrituras. Aquele que é o autor da vida, deu sua vida para reavê-la. Aquele que é o autor da vida, morreu e ressuscitou para que nós, mortos em nosso delitos e pecados, pudéssemos viver eternamente.

Referência para leitura: 1 Coríntios 15.1-20

O LIBERTADOR DOS CATIVOS

 


 

“Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres”
Jo 8.36

 


 
O Natal abre para os homens os portais da liberdade. Jesus é o libertador dos homens e o atormentador dos demônios. Ele veio para proclamar libertação aos cativos e pôr em liberdade os oprimidos. Ele andou por toda a parte fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do diabo. Jesus é a luz do mundo e o diabo é o príncipe das trevas. Onde Jesus chega, as trevas precisam bater em retirada.

Ele despedaça as cadeias e quebra os grilhões. Jesus nos resgata da potestade de Satanás e nos torna verdadeiramente livres. Ele nos tira da casa do valente e nos introduz na Casa de Deus. Arranca-nos do império das trevas e nos transporta para o reino da luz. Há esperança para os prisioneiros. Aqueles que vivem encerrados em cadeias imundas, prisioneiros do pecado, das drogas, do álcool, do sexo ilícito, da avareza, das falsas religiões, do vazio existencial, podem ser libertos.

Maria Madalena era uma mulher possessa de demônios, mas Jesus a transformou na primeira mensageira da ressurreição. O homem gadareno estava cativo por uma legião de demônios, mas Jesus fez dele um missionário para o seu povo. Hoje, você também pode ser liberto de tudo aquilo que oprime sua alma. Em Jesus você pode desfrutar de vida abundante, alegria indizível e paz inefável.

Referência para leitura: João 8.21-59

O HOMEM DE DORES

 


 

“Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer...”
Is 53.3

 


 
O profeta Isaías, setecentos anos antes do nascimento de Jesus, descreveu-o como homem de dores. Jesus deixou a glória e esvaziou-se. Tornou-se servo, foi perseguido, preso, açoitado, cuspido, pregado na cruz. Sendo Deus, se fez homem; sendo senhor, se fez servo; sendo santo, se fez pecado; sendo bendito se fez maldição; sendo o autor da vida, voluntariamente deu a sua vida. Jesus foi homem de dores porque suportou afrontas, zombaria, traição e abandono.

Judas o traiu por ganância, os sacerdotes o entregaram por inveja, Pilatos o sentenciou à morte por covardia e os soldados o pregaram na cruz com crueldade. Jesus foi homem de dores porque bebeu sozinho o cálice amargo da ira de Deus que deveria cair sobre a nossa cabeça. Ele foi traspassado pelos nossos pecados e moído pelas nossas iniquidades. Agradou ao Pai moê-lo. O castigo que nos traz a paz estava sobre ele e pelas suas pisaduras nós fomos sarados.

Jesus foi homem de dores porque foi preso no Getsêmani, esbordoado e cuspido no sinédrio judaico, espancado no pretório romano e pregado na cruz no Calvário. Suspenso entre a terra e o céu naquele patíbulo de horror, Jesus sofreu sede, tortura e morte infamante. Sua dor, porém, nos trouxe alívio, suas trevas nos trouxeram luz e sua morte nos trouxe vida, e vida eterna.

Referência para leitura: Isaías 53.1-12

O AGENTE DA RECONCILIAÇÃO

 


 

“Ora, tudo provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo...”
2Co 5.18

 


 
O pecado foi a maior tragédia que aconteceu na história humana. Afastou o homem de Deus, do próximo, de si mesmo e da natureza. O homem, tendo plena comunhão com Deus, tornou-se inimigo de Deus e virou as costas para ele. Deus, porém, jamais desistiu de amar o homem e de buscá-lo para si. A reconciliação é uma iniciativa divina. Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo. O ofendido é quem procura o ofensor. Mas como Deus nos reconciliou consigo?

Primeiro, Deus não colocou em nossa conta a nossa dívida. Deus não levou em conta as nossas transgressões. Porque nossa dívida é impagável, jamais poderíamos ser salvos pelo nosso esforço. Segundo, Deus colocou a nossa dívida sobre Jesus. Aquele que não conheceu pecado, Deus o fez pecado por nós. Quando Jesus estava na cruz, como nosso representante, Deus lançou sobre ele a iniquidade de todos nós.

Ele foi feito pecado por nós. Ele carregou nossos pecados sobre o seu corpo no madeiro. Na cruz, porém, ele esmagou a cabeça da serpente, pegou o escrito de dívida que era contra nós, quitou-o e deu um brado de vitória: Está consumado! Terceiro, Deus colocou a justiça de Jesus em nossa conta, pois em Cristo fomos feitos justiça de Deus. Todo aquele que está em Cristo está livre de condenação.

Referência para leitura: 2 Coríntios 5.18-21

O MÉDICO POR EXCELÊNCIA

 


 

“Percorria Jesus toda a Galileia, ensinando..., pregando… e curando toda sorte de doenças e enfermidades entre o povo”
Mt 4.23

 


 
O ministério de Jesus foi dedicado à pregação, ao ensino e à cura e libertação. Movido por profunda compaixão, socorreu os aflitos, enxugou as lágrimas dos enlutados, libertou os cativos e curou os enfermos. Tratou cada pessoa de forma diferente, usando metodologias diferentes, demonstrando sua sensibilidade e sua misericórdia aos aflitos. Jesus abriu os olhos aos cegos, deu audição aos surdos e voz aos mudos. Jesus purificou os leprosos, fez os paralíticos andarem e ressuscitou os mortos.

Jesus nunca mudou. Ele é o mesmo ontem, hoje e sempre. Ele tem o mesmo poder e a mesma autoridade. Ele pode tudo quanto quer. Para ele não tem doença incurável nem vida irrecuperável. Ele curou um paralítico em Betesda que estava há trinta e oito anos prostrado em uma cama. Ele curou uma mulher hemorrágica que durante doze anos sofria sem ver nenhuma esperança de alívio por parte dos médicos.

Ele curou um homem sentenciado à morte, totalmente tomado de lepra. Nem mesmo a morte pôde desafiar o seu poder. Jesus ressuscitou a filha de Jairo, o filho da viúva de Naim e o seu amigo Lázaro. Jesus pode, também, curar suas enfermidades, perdoar seus pecados e dar a você a vida eterna. Ele é o Médico dos médicos, o único que pode curar nossas doenças físicas, emocionais e espirituais.

Referência para leitura: Mateus 4.23-25

O PERDOADOR DE PECADOS

 


 

“Ora, para que saibais que o Filho do Homem tem sobre a terra autoridade para perdoar pecados...”
Mc 2.10,11

 


 
O teólogo C. S. Lewis disse que só podemos olhar para Jesus sob três perspectivas: ou ele é um mentiroso, ou é um lunático, ou é Deus. Se Jesus não é quem disse ser, então, é mentiroso. Se Jesus não é quem pensou ser, então, é lunático. Se Jesus é quem disse ser, então, é Deus. Uma prova incontestável da divindade de Cristo é que ele perdoou pecados. Os fariseus quando viram Jesus perdoando pecados, acusaram-no de blasfêmia, porque só Deus tem autoridade para perdoar pecados. Eles estavam certos. De fato, só Deus pode perdoar pecados.

Porém, erraram em não reconhecer a divindade de Cristo. Nenhuma religião tem autoridade para perdoar pecados. Nenhum sacerdote pode cancelar a dívida dos pecadores. Somente Jesus tem esse poder e essa autoridade. Jesus é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Jesus morreu pelos nossos pecados segundo as Escrituras. Nele temos copiosa redenção. Seu sangue nos purifica de todo o pecado.

Até mesmo o ladrão, crucificado à sua direita, encontrou em Jesus uma fonte inesgotável de perdão, pois, arrependido, clamou misericórdia na undécima hora da vida. Ali mesmo Jesus lhe disse: “Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso”. De igual modo, Jesus pode, agora mesmo, perdoar todos os seus pecados e dar a você a vida eterna.

Referência para leitura: Marcos 2.1-12

NASCIMENTO DO FILHO DO ALTÍSSIMO

 


 

“Este será grande e será chamado Filho do Altíssimo; Deus, o Senhor, lhe dará o trono de Davi, seu pai” 
Lc 1.32

 


 
O nascimento de Jesus foi planejado na eternidade. Na plenitude dos tempos, em cumprimento às profecias, Deus enviou o anjo Gabriel à pequena cidade de Nazaré, para anunciar a Maria, jovem prometida para o carpinteiro José, a auspiciosa notícia de que ela seria a mãe do Salvador. Maria ficou perplexa e quis saber como esse fato extraordinário se daria. O anjo lhe explicou que desceria sobre ela a sombra do Altíssimo e ela conceberia por obra do Espírito Santo e daria à luz a Jesus, o Filho do Altíssimo.

Maria era virgem porque nunca tinha se relacionado ainda com homem algum. A concepção do Filho do Altíssimo, portanto, foi um milagre extraordinário. Aquele que nem o céu dos céus pode contê-lo, esvaziou-se. O Pai da Eternidade entrou no tempo. O Verbo eterno encarnou-se. Maria carregou em seu ventre o criador do universo. Deus revelou a José, noivo de Maria, através de um sonho, que o menino seria chamado Jesus, pois salvaria o seu povo de seus pecados.

Na plenitude dos tempos, Jesus, o Pão da vida, nasceu em Belém, a casa do pão. Ele veio para salvar o seu povo do pecado e libertá-lo da escravidão do diabo. Todo aquele que crê em Jesus, o Filho do Altíssimo, tem a vida eterna. Porém, aqueles que se mantêm rebeldes contra ele, jamais verão a vida.

Referência para leitura: Lucas 2.1-7

O CRESCIMENTO DO FILHO DE DEUS

 


 

“E crescia Jesus em sabedoria, estatura e graça, diante de Deus e dos homens”
Lc 2.52

 


 
Jesus ia anualmente com seus pais a Jerusalém para participar da Festa da Páscoa. Aos doze anos de idade, durante essa festa, Jesus ficou no templo conversando com os doutores. Todos os que o ouviam ficavam admirados de sua inteligência. Ele tinha plena consciência de sua divina filiação, embora fosse submisso aos seus pais terrenos. O crescimento de Jesus pode ser examinado em três áreas distintas.

Primeiro, seu crescimento físico: ele crescia em estatura. Cresceu da infância à maturidade. Foi plenamente homem sem deixar de ser plenamente Deus. Nele habitou corporalmente toda a plenitude da divindade. Exceto no pecado, foi em tudo semelhante a nós. Segundo, seu crescimento intelectual: ele crescia em sabedoria. Sua sabedoria era notória desde sua infância. Suas respostas aos doutores no templo, quando tinha apenas doze anos, produziram grande admiração em todos.

Terceiro, seu crescimento espiritual: ele crescia em graça diante de Deus e dos homens. Jesus foi um homem cheio do Espírito Santo. Sua humildade, compaixão, coragem e plena submissão ao Pai revelam-nos quão revestido da graça ele estava. Jesus crescia tanto diante de Deus como diante dos homens. Ele é o nosso supremo modelo. Ele é nosso exemplo, nossa vida, nosso Salvador.

Referência para leitura: Lucas 2.41-52

O MARAVILHOSO CONSELHEIRO

 


 

“... e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz”
Is 9.6

 


 
O profeta Isaías, conhecido como o profeta messiânico, abriu as cortinas do tempo, e mostrou com grande clareza, a identidade do Filho de Deus. Apresentou-o como Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da eternidade, Príncipe da paz. Jesus é Maravilhoso Conselheiro porque suas palavras são espírito e vida. Todo aquele que ouve suas palavras e nele crê tem a vida eterna. Jesus é Maravilhoso Conselheiro porque os aflitos encontram nele uma fonte inesgotável de paz, os enfermos a cura completa, e os perdidos o caminho de volta para Deus.

Jesus é Maravilhoso Conselheiro porque restaura os caídos, e devolve a esperança aos que vivem atormentados pelo medo e pela culpa. Por intermédio de seu poder os cegos veem, os mudos falam, os surdos ouvem, os paralíticos andam, os leprosos são purificados e os mortos ressuscitam. Suas palavras quebram os endurecidos e restauram os quebrantados.

Seus ensinos iluminam as mentes entenebrecidas e suas obras manifestam seu excelente poder. Jesus é Maravilhoso Conselheiro porque seu ensino foi exemplificado pela sua vida. Sua vida foi a avalista de suas palavras. Pregou com sabedoria e com poder. Falou aos ouvidos e aos olhos. Pregou e demonstrou. Agora mesmo ele pode restaurar sua alma, curar suas feridas e fazer tudo novo em sua vida.

Referência para leitura: Isaías 9.1-7

O PRÍNCIPE DA PAZ

 


 

“... e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz”
Is 9.6

 


 
O mundo está em guerra desde que o homem rebelou-se contra Deus. Só no século passado, mais de noventa milhões de pessoas foram mortas em duas sangrentas guerras mundiais. O homem sem Deus não conhece paz, pois para o ímpio não há paz. As nações falam de paz, mas se preparam para a guerra. Constroem monumentos à paz, mas investem em armas de destruição. Os rumores patentes de guerra no mundo mantêm o alerta ligado, avisando-nos que a suposta paz não passa de um conflito latente. O homem só conhece a paz quando é governado pelo Príncipe da paz. Jesus é o Príncipe da paz. Quando somos governados por Jesus temos três tipos de paz.

Primeiro, paz com Deus. Somente por intermédio de Cristo somos reconciliados com Deus e temos paz com Deus. Jesus é o novo e vivo caminho que nos conduz ao Pai. Segundo, paz com o próximo. A violência urbana, as guerras dentro da família, as guerras tribais, os conflitos armados, tudo isso, provêm da malignidade do pecado, que brota como uma fonte contaminada do nosso coração. Somente Jesus pode nos reconciliar com o próximo, transformando-nos para amá-lo e perdoá-lo.

Terceiro, paz com nós mesmos. Somos um ser em conflito, uma verdadeira guerra civil ambulante até que Cristo transforme nossa vida e nos dê um novo coração e uma nova vida.

Referência para leitura: João 14.16-27

O VENCEDOR DA MORTE

 


 

“... eu sou o primeiro e o último e aquele que vive; estive morto, mas eis que estou vivo pelos séculos dos séculos...”
Ap 1.17,18

 


 
A morte de Cristo não foi uma tragédia, pois sua ressurreição é um fato incontestável. Jesus morreu e ressuscitou segundo as Escrituras. Sua morte não foi um acidente nem sua ressurreição uma surpresa. A morte não pôde retê-lo. Jesus venceu a morte e arrancou seu aguilhão. Ressuscitou fisicamente, poderosamente, triunfantemente. Ele se levantou dos mortos como primícias de todos aqueles que dormem.

Quanto ao passado, sua ressurreição é um fato histórico inegável, quanto ao presente sua ressurreição é um artigo de fé inabalável e quanto ao futuro sua ressurreição é uma esperança bendita. Porque ele vive, temos esperança do amanhã. A morte foi tragada pela vitória. A morte é o último inimigo a ser vencido. A morte será lançada no lago de fogo, mas nós teremos um corpo incorruptível, imortal, glorioso, poderoso, espiritual e celestial, semelhante ao corpo da glória de Cristo.

Vamos brilhar como o firmamento. Vamos resplandecer como as estrelas para sempre e eternamente. Porque Jesus venceu a morte, caminhamos não para um túmulo escuro, mas para a luz aurifulgente do céu. Porque Jesus triunfou sobre a morte, viveremos com ele para sempre, onde não haverá mais dor, nem luto nem pranto. Porque Jesus venceu a morte, nossos olhos serão enxugados de toda a lágrima!

Referência para leitura: Apocalipse 1.9-20

A ESPERANÇA DOS DESESPERANÇADOS

 


 

“Paulo, apóstolo de Cristo Jesus, pelo mandato de Deus, nosso Salvador, e de Cristo Jesus, nossa esperança” 
1Tm 1.1

 


 
O apóstolo Paulo diz que Jesus é a nossa esperança e o evangelho de Marcos registra quatro episódios para destacar essa verdade. Primeiro, Jesus é a nossa esperança porque ele tem poder sobre a natureza. Quando seus discípulos estavam atravessando o Mar da Galileia, foram surpreendidos por uma terrível tempestade. Aflitos, recorreram a Jesus, ele acalmou o mar e aquietou o vento. Jesus pode acalmar também os vendavais da nossa alma.

Segundo, Jesus tem poder sobre os demônios. Jesus libertou o gadareno, possuído por uma legião de demônios. Esse homem já havia sido enjeitado pela família e pela sociedade. Vivia entre os sepulcros, nu, furioso, perturbado, ferindo-se com pedras. Jesus o liberta, o salva e o envia como portador de boas novas para sua família.

Terceiro, Jesus tem poder sobre a enfermidade. Imediatamente, Jesus curou uma mulher que sofria há doze anos com uma hemorragia. Aquela doença desafiava a medicina, mas não a Jesus. Ele pode curar toda sorte de enfermidade. Finalmente, Jesus tem poder sobre a morte. Ele vai à casa de Jairo e ressuscita sua filha única com doze anos de idade. A morte precisa bater em retirada diante daquele que é a ressurreição e a vida. Jesus tem todo o poder nos céus e na terra. Ele já é a sua esperança?

Referência para leitura: Marcos 5.1-43

O INTERCESSOR CELESTIAL

 


 

“Por isso, também pode salvar totalmente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles”
Hb 7.25

 


 
Jesus desceu do céu, encarnou-se, viveu entre nós, morreu por nós, ressuscitou para a nossa justificação, deu provas incontestáveis de sua vitória sobre a morte e retornou fisicamente, visivelmente e triunfantemente ao céu para assentar-se à direita de Deus Pai. Como Rei dos reis, ele está no trono e governa os céus e a terra. Como cabeça da igreja, ele está com o livro da história em suas mãos e dirige o seu povo para uma consumação gloriosa.

Mas, como Sumo Sacerdote, Jesus está no céu intercedendo por sua igreja. Ele é o intercessor legal, o Advogado, o Justo. Nenhuma condenação prospera contra aqueles que foram salvos por ele, pois ele morreu, ressuscitou e está à destra do Pai, intercedendo por todos aqueles que foram lavados pelo seu sangue. A base da intercessão eficaz de Jesus por sua igreja é porque ele morreu por ela substitutivamente.

Ele morreu pela sua igreja. Ele levou sobre si os pecados do seu povo. Ele suportou o castigo que nos traz a paz. Agora, todos aqueles cujos nomes estão no livro da vida estão guardados por ele, escondidos com ele nas regiões celestes e seguros em suas onipotentes mãos. Nada, nem ninguém, neste mundo ou no vindouro, pode nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, pois ele é o nosso grande intercessor celestial.

Referência para leitura: Hebreus 7.20-28

A GRAÇA DA PALAVRA


 


 

“O que me consola na minha angústia é isto: 
que a tua palavra me vivifica.”
 Sl 119.50

 


 
A angústia não é uma patologia e sim um sentimento existencial. Angústia não é um sentimento independente. É gerada por fatores externos e internos. Cada pessoa sente a angústia de um jeito e com uma intensidade ímpar. O senso comum define angústia como: “aperto no peito”. A angústia aperta o nosso peito, rouba a nossa paz e adoece a nossa alma. Os seus efeitos são devastadores.

Ela desagrega o equilíbrio de nosso espírito e dilacera a esperança da nossa alma. Enquanto a angústia provoca tudo isso, a palavra de Deus cria efeitos contrários. A palavra do Senhor gera vida em nossa alma, consolo em nosso coração e desata as amarras do nosso ser. A Palavra de Deus é o tônico para o nosso coração e o refrigério para a alma aflita.

Por isso, além de ler, é importante também examinar a palavra. Aquele que lê, ouve e guarda a palavra, recebe consolo para o dia da tribulação. A palavra vivifica o morto, restaura o desfalecido, fortalece o fraco, rejuvenesce a esperança e traz alento ao espírito abatido. É pela palavra que sabemos que nada pode separar-nos do amor de Deus.

Referência para leitura: Salmos 119.50
 
 


JESUS CRISTO: SUA HISTÓRIA.
2014/12/08 18:56:09








   *JESUS CRISTO:

SEU NASCIMENTO FOI PROFETIZADO, SÉCULOS   ANTES, E CUMPRIU-SE!

·       NASCEU, CONFORME AS PROMESSAS.

·       VIVEU ENTRE NÓS, FAZENDO O BEM, CURANDO, PREGANDO E FAZENDO MILAGRES.

·       MORREU NA CRUZ, EM NOSSO LUGAR, POIS SOMENTE O SEU SANGUE PURO PODERIA LIMPAR-NOS, PARA TERMOS A VIDA ETERNA, POIS NO CÉU NÃO PODE ENTRAR CONTAMINAÇÃO E TODOS JÁ PECAMOS DE ALGUM MODO. POR AMOR, TORNOU-SE NOSSO REDENTOR (O QUE RESGATA, COMPRA, LIBERTA O ESCRAVO).

·       RESSUSCITOU, AO 3º DIA, GARANTINDO A NOSSA RESSURREIÇÃO FUTURA.

·       SUBIU AOS CÉUS E FOI PREPARAR-NOS MANSÕES CELESTIAIS.

·       PROMETEU QUE VOLTARÁ PARA LEVAR, OS QUE NELE CRÊEM, PARA QUE VIVAM ETERNAMENTE FELIZES!!! A SEGUIR, UM ESTUDO breve SOBRE A SUA VOLTA, que  nenhum ser humano sabe quando acontecerá  e será tão majestosa e rápida quanto um piscar de olhos!

                            Zeíta de Mattos

           O REI QUE VOLTARÁ

“Eis que vem com as nuvens, e todo o olho o verá, até quantos o traspassaram...” Apocalípse 1:7

               “A segunda vinda de Cristo é a consumação da história, o ponto culminante da nossa redenção. Há mais de duas mil referências nas Escrituras sobre esse acontecimento glorioso. Jesus voltará pessoalmente, fisicamente, visivelmente, audivelmente, inesperadamente,

repentinamente,  vitoriosamente. O mesmo Jesus que subiu ao céu, entre nuvens, voltará do céu, entre nuvens, para buscar sua igreja. Ele virá pessoalmente, acompanhado pelas hostes celestiais e por todos os seus remidos. Todo o olho o verá, até mesmo aqueles que o traspassaram. Ao ressoar da trombeta de Deus, Jesus descerá dos céus, com grande glória e poder. A volta de Jesus apanhará a muitos de surpresa, pois virá como ladrão de noite. Muitos que vivem apenas de aparências, confiando numa religiosidade nominal, ficarão desamparados naquele dia. Para esses, a segunda vinda de Cristo será dia de trevas e não de luz. Jesus voltará num instante, num abrir e fechar de olhos. Será como o relâmpago, que sai do Oriente e vai para o Ocidente. Naquele dia não haverá mais tempo para se preparar. Jesus voltará vitoriosamente para colocar todos os seus inimigos debaixo de seus pés. Então entregará o reino ao Deus e Pai

para que ele seja tudo em todos. Você está preparado para esse glorioso e inescapável dia?”

                                     AUTOR: Rev. Hernandes Dias Lopes.

Extraído e autorizado por LPC Comunicações – Livreto “Cada Dia”- Vol. 34 – nº 12 – Dez/14.                         

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