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As mais belas historias da biblia 9 - O Nascimento de Jesus
2016/11/21 19:48:58

AS MAIS BELAS HISTORIAS DA BIBLIA 9 - O NASCIMENTO DE JESUS






CLIQUE NA IMAGEM ACIMA, PARA ASSISTIR AS MAIS BELAS HISTÓRIAS DA BÍBLIA. 


JOGOS EDUCATIVOS PARA CRIANÇAS
2016/07/26 20:23:47

JOGOS EDUCATIVOS PARA CRIANÇAS 


Basta clicar nos link's abaixo e se divertir:


https://www.youtube.com/watch?v=_QKFFHVmxFY



https://www.youtube.com/watch?v=R7Oh5yjVXTQ



http://novotempo.com/tiaceceu/jogos/biblical-02-gira-gira-biblico/



https://www.youtube.com/watch?v=wUXkYHGMkCU


https://www.youtube.com/watch?v=rHXpM8mM4zI


https://www.youtube.com/watch?v=7w5SkhFTW2c


CRIANÇAS...
2014/05/22 19:18:45





Cabra-cega, sorvete,

Chicletes, carrinho,

Pipoca, batata,

Boneca e trenzinho.

 

Bicicletas e quedas,

Ciúmes, briguinhas,

Correrias, band-aid,

Muitas feridinhas...

 

Festinhas alegres,

Palhaços, cocadas,

Brigadeiros,beijinhos,

Mas, nunca, palmadas.

 

Dor-de-ouvido, bronquite,

Alergia, coceira,

Medo das injeções,

Após comer besteira.

 

Aos adultos ensinam

Preciosas lições,

Pois não guardam raiva

Nos seus corações.

 

Seus beijinhos melados,

Sua doce imprudência,

E a mistura estranha

De esperteza e inocência.

 

Grande  sinceridade

Própria da criança;

Alegria, risadas,

Seus pulos, sua dança,

 

Simpatia que encanta,

Energia, vigor,

Fazem crescer em nós,

A ternura e o amor;

 

Jesus ama as crianças!

Tesouros seus são,

Que ele guarda no fundo

Do seu coração!






HISTÓRIA DE BICHINHOS PARA A CRIANÇADA.
2014/05/19 18:22:06



RECADO AOS ADULTOS:

                  Este página destina-se às crianças, mas, também aos adultos sensíveis, como você, que se interessam por elas e pelo encantador mundo de fantasias em que elas vivem. Muitas vezes precisamos mergulhar nesse mundinho colorido, para resgatar o nosso lado infantil, para entender melhor as coisas, brincar, amar e perdoar mais, como as crianças, encarando a vida com mais simplicidade e alegria. Isso nos ajuda a viver melhor e a vencer os “gigantes” de cada  dia, como Davi venceu Golias.

            Através destas historinhas, pretendemos ajudar a aperfeiçoar o caráter dos pequeninos, ensinando-os a trilhar caminhos retos  e a corrigir erros, no presente e no futuro.

                 Buscamos  a direção do Pai, para divulgar princípios cristãos, ligados à paz, à união, à honestidade  à obediência e ao amor ao próximo e a Deus.

                  Amar as crianças e interessar-se por bem educá-las, em um mundo de idéias tão controvertidas e de tantas falhas sociais, tem que ser uma preocupação constante. Através das singelas historinhas pretendemos passar exemplos de comportamentos, a serem imitados ou não.

                  Participe da vida de sua criança! Leia com ela! Ore com ela! Preserve o seu lado-criança! Isso resultará em  mais descontração, mais alegria, mais paz e  mais saúde!

                 A pureza das crianças deve ser imitada por nós. “Quem não receber o reino de Deus como uma criança, de maneira alguma entrará nele.” (Lucas 18:17).  Somente os puros entram no céu. Jesus ensinou que, das crianças é o reino de Deus (Lucas 18:16).

                 Quando crescemos, perdemos a pureza.  Só o Criador, através de Jesus, pode purificar-nos plenamente e preparar-nos para o céu.

                 Caro leitor adulto, este é o nosso recado para você. O sábio Salomão, vai ajudá-lo a educar sua criança. Comente os textos com ela. Mas, acima de tudo, entregue-a a Deus!

                                  Seja feliz, com as suas crianças!



PROVÉRBIOS DE SALOMÃO:

 

“... a criança entregue a si mesma  vem a envergonhar a sua mãe.” (29:15)

 

“Corrige o teu filho e te dará descanso, dará delícias a tua  alma.”(29:17)

 

“Até a criança se dá a conhecer pelas suas ações, se o que faz é puro e reto.” (20:11)

 

“Ouve o conselho e recebe a instrução, para que sejas sábio nos teus dias por vir.” (19:20)

 

“Ensina a criança no caminho em que deve andar, e ainda quando for velho não se desviará dele.” (22:6)

 

“Não retires da criança a disciplina...” (23:13)

 

“Ouve a teu pai, que te gerou, e não desprezes a tua mãe, quando vier a envelhecer.”(23:22)


RECADO ÀS CRIANÇAS

Ôi, que bom que você está interessado(a) Neste Blog.
Vários bichinhos das histórias nos ensinam coisas boas e, também, que fazer coisas erradas, sempre acaba mal. Jesus ama você! Obedeça a Deus, aos seus pais e aos professores, e respeite as leis e a todas as pessoas, e será feliz!

Esperamos que se divirta com as aventuras da bicharada.

         Um beijinho da tia, Zeita.


A MINHOCA TEIMOSA

 

A minhoca Catita parecia uma fita:

Esticada, enrolada, a pular pelo chão;

Sua mãe avisava: “Cuidado, filhinha,

Porque a D.Galinha é um bicho-papão!”

Mas, a tal minhoquinha,

Conselhos não ouvia

E passava o seu dia

A pular no quintal.

A galinha gulosa

Pegou a teimosa,

Engoliu e mandou

Pro seu papo, afinal!

 

Mas, de tanto pular,

Conseguiu escapar

E voltar para casa:

Um buraco grandão;

Entendeu que a mamãe,

A minhoca Candoca,

E que estava certinha e...

Pediu-lhe perdão!

 

                  “Filhos, obedecei a vossos pais no    Senhor, pois isto é justo.”

                         (Efésios 6:1)



O PEIXINHO DOENTE

 

Um dia, o marreco Tom Tom

Saiu, pra nadar na lagoa;

Nadava pra lá e pra cá...

Que beleza... Que vida boa!

De repente, ele enxergou

Um peixinho triste, a boiar;

Estava tão doentinho

Que nem podia nadar.

O marrequinho, depressa,

Foi empurrando o peixinho,        

Pra fazer uma consulta

Com o Dr. Cavalo-Marinho.

Receitou-lhe umas folhinhas,

Que o marreco foi buscar;

Tomou o chazinho e curou-se

E, logo, voltou a nadar!

O marreco fez bonito,

Ao ajudar o peixinho;

Provou que é bom e educado

E ganhou um novo amiguinho!

 

     “O homem bondoso faz bem a si mesmo...” (Provérbios 11:17)



A PORQUINHA TETECA

 

A porquinha Teteca

Pegou o abacate,

Correu e caiu;

Escorregou no tomate!

 

Levantou-se e correu

Pra pegar a vassoura,

Escorregou e caiu

Ao pisar na cenoura!

 

 

Foi, correndo, brincar

E a mesa derrubou;

Jogou tudo no chão

E a louça se acabou.

 

Levou bronca da mãe

E aprendeu a lição:

Quem faz tudo correndo,

Só faz confusão!



QUEM PERDEU? QUEM QUEBROU?

 

O gato quebrou o prato,

O rato perdeu o rabinho,

A serpente perdeu o dente,

O pintinho quebrou o ovinho,

O jacaré quebrou o pé,

A rolinha perdeu a peninha,

O leão perdeu o avião

E o cachorro quebrou a casinha!

Guarde tudo direitinho,

Cada coisa no seu lugar;

Cuidado pra não perder!

Cuidado pra não quebrar!



BA-LA-LÃO-DÉM-DÉM...

 

Ba-la-lão... Ba-la-lão...

Bate o sino grandão!

“Por que bate o sino?”

Pergunta o menino.

Responde a titia:

“É Natal, chegou o dia!

De-lém-dém-dém...

Outros batem também;

De-lém-dém-dém...

Nasceu em Belém!

Dim-dim-dim-dim...

Alegria pra mim!

Grande festa do Amor:

Nasceu o Salvador!

O que cantam os sinos?

Ouçam, ouçam, meninos:

Ba-la-lão...Ba-la-lão...

Jesus é Salvação!

De-lém-dém-dém..

Nasceu pro nosso bem!

Dim-dim-dim-dim...

Ele é o início e o fim!

Ba-la-lão...dém...dim...

Ele é tudo pra mim;

É o Rei, é a Paz, é a Luz,

Meu Amigo Jesus!

“É  que hoje vos nasceu na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor.” (Lucas 1:11)


PETECO E 0 BONECO

 

O menino Peteco

Chutou um boneco;

A menina Leleca

Ganhou uma boneca.

O boneco chorou;

A boneca acudiu,

E a amizade bonita

Entre eles surgiu.

A menina Leleca

Então disse ao malvado:

“Peça perdão e seja

Um menino educado.

Veja só o exemplo

Desta bonequinha,

Que ajudou o boneco,

Como uma amiguinha!”

O menino Peteco,

Muito envergonhado,

Falou com o boneco

E foi perdoado.

Foram brincar, juntinhos,

Peteco e Leleca;

O menino, a menina,

O boneco e a boneca!

 

“Aparta-te do mal, o pratica o que é bom, procura a paz e empenha-te por alcançá-la.” (Salmo 34:14)




STÁ-PÁ-PUM!

 

Pedrinho é levado,

Só vive caindo;

E levanta chorando,

Ou levanta sorrindo.

 

Quando a mamãe escuta:

STÁ-PÁ-PUM! Barulhão!

Já conclui: Foi Pedrinho

Que caiu no chão!

 

Acha que sabe tudo;

É desobediente;

E ainda pensa que é

Esperto e inteligente.

 

STÁ-PÁ-PUM! Toda hora

É braço quebrado...

STA-PÁ-PUM! É o Pedrinho,

De novo, engessado!

 

Chegaram as férias

Que tanto queria

Para brincar com os primos;

Que grande alegria!

 

Lá se foi, lá chegou,

Bem feliz, à Bahia,

Mas caiu: STÁ-PÁ-PUM!

No seu primeiro dia.

 

Passou todas as férias

Bem triste e parado;

Com os braços no gesso

E o pé enfaixado.

 

Aprendeu que é criança

E que deve brincar,

Mas, ouvindo a mamãe,

Sem nunca exagerar!


PIUÍ...TCHEN...TCHEN...

    TCHEN...

 

Piuí...Tchen...Tchen...Tchen...

Piuí...Vai o trem,

Chora: Buá...Buá...

No carrinho, o neném.

No caminho, ele pára;

Lá vem D. Galinha,

Catando bichinhos,

Na beira da linha.

Mamãe beija o neném,

Lhe faz muitos carinhos;

A galinha, com amor,

Chama, logo, os pintinhos;

Piuí...Tchen...Tchen...Tchen...

Continua o trem;

No carrinho, Gu-Gu

Dá-Dá...faz o neném;

Já não chora o neném;

Rindo, mostra os dentinhos;

Vendo D Galinha,

A brincar com os pintinhos.

Piuí...Tchen...

Tchen...Tchen...

Ri, alegre, o neném;

 

Terminou a viagem,

Gostosa, de trem;

Ao bom Papai do Céu,

A mamãe agradece;

E, com o neném a sorrir,

Do trenzinho ela desce.



O PEIXE PRATINHA

 

O peixe Pratinha é mansinho,

Guloso e bem grandalhão;

E dizem até que nasceu

Lá pras bandas do Japão.

 

Brilha, brilha, no aquário,

Com a cabeça colorida:

Seu bonezinho vermelho;

Sua dança, cheia de vida!

 

Nada, pra lá e pra cá,

O peixinho japonês...

Não importa de onde veio,

O que importa: Deus o fez.

 

Um dia desses, aprontou

O guloso peixe Pratinha,

Quando, lá no fundo do aquário,

Abocanhou uma pedrinha!

 

O cascalho ficou na goela;

Não ia pra trás, nem pra frente;

Na sua boca redonda

De peixe que não tem dente.

 

A sua dona, preocupada,

Conseguiu pegá-lo com a mão,

E, com grande dificuldade,

Tirou a pedra do seu “bocão”!

 

Pratinha voltou ao aquário;

E fica, aqui, a lição:

Ser guloso não é bom!

Cuidado com o seu “bocão”!


BEBECO E LUISINHA

 

Havia uma casa no morro,

Com muitos bichos no quintal;

E, toda semana, chegava

Um novo tipo de animal.

 

A menina Luisinha

Brincava com cada bichinho:

Patos, galinhas, coelhos;

Tinha por todos, carinho.

 

Também gostava dos gatos,

Dos macacos e dos marrecos;

Para ela, seus bichinhos

Eram amigos e bonecos.

 

Por causa da bicharada,

Sua mãe lhe passava pitos:

“Menina, que trabalheira,

Veja as bolinhas dos cabritos!”

 

Um dia, um cabritinho,

Que tinha o pelo malhado,

Foi atravessar a rua

E acabou atropelado!

 

Alguém o trouxe pra casa

E Luisinha chorou à beça,

Mas cuidou bem do cabritinho

E Bebeco sarou depressa.

 

Ficou curado o bichinho

Mas só andava mancando,

E Luisinha ficava triste

Ao vê-lo, assim, caminhando.

 

Mas, mesmo assim, ele pulava

O portão e até a janela;

E, se Luisinha corria,

Ele corria atrás dela!

 

Parecia um cachorrinho,

Mas Bebeco foi crescendo

E virou um cabrito grande,

Que seu pai acabou vendendo!

 

Luisinha chorou muito

E contou-me essa história;

Ele foi, mas ficou, pra sempre,

No fundo da sua memória.

 

Se você perdeu um bichinho

Que fez parte da sua história,

Sempre haverá para ele

Uma casinha na sua memória!

 

“E fez Deus os animais...”(Gên. 1: 25)


A ABELHINHA

 

Um dia, a abelhinha,

Sujinha de mel,

Pegou a malinha

E pegou o chapéu

E falou pra coruja:

“Vou morar no céu!”

Disse, então, a coruja:

“Como pensa chegar

Naquele tão lindo

E perfeito lugar?”

Respondeu a abelhinha:

“Qualquer caminho é certo,

Mas vou procurar para mim

Um caminho que fique mais perto.

Disse-lhe, então, a coruja:

“Para o eterno céu de luz,

Só existe um caminho,

E o seu nome é Jesus!”

 

“Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida ; ninguém vem ao Pai senão por mim.” (João 14:6)

FOI DEUS!

 

- Quem foi, mamãe,

Que te deu o neném?

-Foi Deus, filhinha,

Foi Deus, meu bem.

 

- Quem foi, mamãe,

Que morreu na cruz?

- Foi Deus, filhinha,

O Homem-Deus, Jesus.

 

-Quem foi, mamãe,

Que fez cada estrelinha?

-Foi Deus, meu bem,

Foi Deus, filhinha.

 

-Quem foi, mamãe,

Que fez tudo, tudinho,

-Foi Deus, filhinha,

Com amor e carinho!


O ANIVERSÁRIO DO LELÊ

 

O Elefante Lelê  era triste

Porque  vivia sempre sozinho...

Tinham medo do seu tamanho

E nunca lhe davam carinho.

 

O pobre do grandalhão

Tinha um coração bondoso,

Mas tinha as patas tão grandes...

Não sabia ser carinhoso.

 

No dia  do seu aniversário,

Que ele não comemorava,

Sozinho, foi pra lagoa,

Onde suas mágoas chorava

 

Lá estava o urubu Pretinho,

Que bebia água sozinho

E, que pelo trabalho que faz,

Também não recebe carinho.

 

Falaram do aniversário

E das vidas que levavam

Porque eram rejeitados

E as pessoas não os amavam.

 

O papagaio Leleco,

Que a conversa pôde escutar,

Ficou com pena dos dois,

Mas ficou quieto no seu lugar.

 

Então chegou para beber água,

Léo, o filho do Rei Leão,

Mas escorregou do barranco,

Desmaiou e foi pro fundão!

 

O elefante  pulou no rio

E salvou o principezinho,

Que sempre passara por ele

Com o nariz empinadinho.

 

Acordou tonto e foi para casa,

Sem saber o que acontecera,

Mas o papagaio contou ao Rei

Como foi que quase morrera!

 

O Rei Leão, emocionado,

Uma festa mandou preparar

Para o grande e bondoso elefante,

Que ninguém sabia amar.

 

O elefante ficou surpreso,

Quando o convite recebeu,

Mas falou que só iria

Com o urubu, o amigo seu.

 

Ao chegar, veio a surpresa:

Estava linda a tal festança,

Com fogos, flores, bebidas,

Comida, música e dança!

 

A coruja, de salto alto;

A cobra, de xale e chapéu;

O macaco, de cartola preta ;

E a tartaruga, usando véu.

 

A ursa, de gola de pele;

O tigre, usando bengala,

E a aranha, de saia de renda,

Porque a noite era de gala!

 

A galinha foi de sombrinha,

E o pingüim, de casaca apertada;

O papagaio, de terno verde,

E a zebra, de calça listada.

 

D. Foca, lá no cantinho,

Como sempre, fazia fofoca,

Enquanto o pintinho amarelo,

Brincava e comia pipoca.

 

Porque o Rei era camarada

E pensou também nos baixinhos;

Por isso, havia pipoca, sorvete

E muitos docinhos.

 

A Banda  do Canarinho

Tinha o galo como cantor;

O gato tocava piano

E o cachorro tocava tambor.

 

O coelho tocava a  guitarra

E o cavalo, a bateria;

Enquanto a D. girafa,

Salgados e doces servia.

 

O Rei, tomando a palavra,

À bicharada explicou

Que o elefante era bom amigo,

E o seu leãozinho salvou.

 

Não tinha boa aparência -

Era feio e grandalhão -

Mas era muito educado

E tinha bom coração.

 

A aparência não importa ,

Para fazermos julgamentos;

O elefante e o urubu

Tinham muito bons sentimentos!

 

Daquele dia em diante ,

Ouvindo o bom Rei Leão,

Todos ficaram amigos

Vivendo em paz e união!

 

 

“...O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração.”(I Samuel 16:7)


BRIGA NO TERREIRO

 

O pato Pataco e a pata Dorinha

Batiam com o bico na D. Galinha;

O porco Porcão entrou na confusão

E chamou D. Marreco pra dar peteleco!

Mas o bom marrequito é que fez o bonito,

Gritando bem alto, chamando o patrão:

“Venha cá, bem depressa!

Venha cá, seu João!”

Mas João não entendia linguagem de bicho

E continuou na calçada, varrendo o lixo.

Então, o Lourinho, que fala como gente,

Vendo a situação, voou, bem de repente  ,

E avisou ao patrão que o pato brigão,

Com a ajuda do porco, que é porcalhão,

E da pata Dorinha, que é esquentadinha,

Estavam dando uma surra na D Galinha.

Com a crista sangrando, sofria a galinha,

Que cocoricava, de dor, coitadinha...

Ligeiro, ligeiro, chegou o patrão

E acabou, bem depressa, com a confusão!

Vendeu os dois patos pra sua vizinha;

Cuidou, com carinho, da D. Galinha;

Lavou bem o porcão, com água e sabão,

E o mandou bem pra dentro do seu panelão!

Deu ração bem gostosa pro louro e o marreco,

Que fizeram bonito, sem dar peteleco.

O terreiro aprendeu, com esta história animal,

Que brigar é bem feio e sempre acaba mal!


A FLORESTA DA SABEDORIA

 

A família do coelhinho foi morar  na Floresta da Sabedoria. O coelho Branquito achou  o lugar muito lindo e saiu para passear .

            Longe de sua casa, encontrou uma pracinha e ficou muito surpreso, ao ver três tartarugas, bem velhinhas, de óculos e xale nas costas, sentadas no banco da praça, com muitos filhotinhos, de várias espécies, em volta delas , ouvindo-as, com muito interesse e respeito.

            O coelhinho perguntou a uma bela borboleta azul, que estava chegando, com seus três filhotinhos,o que era aquela reunião. Ela explicou que as três vovós tartarugas eram os bichos mais velhos  da floresta e sabiam dar muitos conselhos bons aos filhotinhos, que são as crianças dos animais.

            Decepcionado, o coelhinho , que era muito bobo e mal-educado, começou a debochar e a dizer que bichos velhos são caducos  e não tem nada para ensinar. A borboleta disse que não era assim. O coelhinho aproximou-se do grupo  e começou a pular , a rir e a caçoar das tartarugas.

            Então as três,  bem calmas, sorrindo para ele, lhe disseram que tinham, sim, uma coisa muito importante para ensinar-lhe.

            Muito malcriado, disse-lhes  que bichos velhos não sabiam nada e saiu pulando e caçoando, sem ouvir as vovós. Lá se foi...  pulando...pulando...

             Entrou pela floresta a dentro e, logo depois, prendeu a perna  em uma armadilha  de caçadores. Começou a chorar e a gritar, mas ninguém o ouviu.

            Dois dias depois, seus pais o encontraram, com a perna inchada, com muito medo e muita fome. Acontece que não souberam abrir a armadilha. Chamaram as tartarugas, que tudo sabiam, porque eram experientes e elas o soltaram.

            Ele foi para a toca dos seus pais, com muita vergonha por ter sido tão bobo e achar que sabia tudo porque era jovem e moderno.

            No dia seguinte, as três tartarugas foram levar-lhe uma cesta cheia de cenouras fresquinhas.

            A primeira lição é que os bons e inteligentes sabem perdoar.

             Envergonhado, o coelhinho pediu-lhes perdão e disse que queria saber qual foi o assunto  daquela aula que ele não quis ouvir. Para a sua surpresa, elas lhe disseram que o assunto foi, exatamente, como reconhecer  as armadilhas da floresta e escapar delas. Por serem idosas, elas tinham mais experiência e conheciam todos os perigos da floresta.

              Branquito aprendeu a lição e nunca mais deixoui de ouvir os conselhos dos mais velhos!


O JACARÉ ZÉ-MANÉ

 

O jacaré Zé-Mané

Cresceu à beira da lagoa,

Achando a sua vida boa,

Nunca quis ir para a Escola.

Fugiu da casa dos pais,

Não recebeu educação ,

Só aprendeu a dizer: “Não!”.

Se achava o dono da bola...

Nunca pedia LICENÇA,

Passava como um furacão,

Também não dizia :”OBRIGADO!”,

E, “POR FAVOR!”, também não.

Acabou ficando sozinho,

Pois ninguém agüentava o seu jeito;

Para ser feliz é preciso

Tratar a todos com respeito!

O TATU

 

Ta-te-ti-to-tu...

Onde está o tatu?

Onde o tatu está?

 

La-le-li-lo-lu...

Onde está a Lalá?

Onde a Lalá está?

 

Ba-be-bi-bo-bu...

Ode está a Babá?

Onde a Babá está?

 

O tatu de Lalá está na lata;

 

O bebê chorou...

A Lalá chamou;

Á babá chegou

E o tatu soltou!


NATAL

 

Chegou o Natal!

Corre o garotinho

E toca o sininho,

No alto da Igreja.

Nasceu Jesus Cristo,

Nasceu, afinal,

Chegou o Natal;

Glória!

Bendito seja!


A BANDA DA BICHARADA

 

Quando a Banda da Bicharada

Sai à rua, é uma alegria;

O maestro é o papagaio,

Que ensaia todo dia;

 

O elefante toca a tuba,

Que faz: Pom-Pom-Pom-Pom-Pom;

O macaco toca a flauta

E a minhoca o acordeon;

 

O coelho sai na frente,

Com a viola, muito ligeiro;

E o jaboti, bem devagar,

Vai, atrás, tocando pandeiro.

 

A serpente toca o guiso

E o mosquito, o violino;

A onça toca a corneta

E o leão, o bombardino.

 

O rinoceronte, que é forte,

Carrega e toca o tambor,

E o galo, batendo as asas,

É dessa Banda, o cantor.

 

Tocam bonito pra Deus,

Pois é o seu Criador,

Que fica muito contente,

Pois lhe agrada muito o louvor!

 

Aprenda você, também,

A tocar um instrumento

E organize uma Bandinha,

Que toque com sentimento!

 

 

“Louvai ao Senhor, porque é bom e amável cantar louvores ao nosso Deus;...”(Salmo 147:1)



O GULOSO

 

Porquildo, o porco porqueira,

Só vivia comendo besteira

E verduras não queria;

A sua mãe avisava;

Mas Porquildo nem ligava.

Comia, comia e comia!

 

Água não, só refrigerante

Ele tomava a todo o instante;

Na Escola gastava o dinheiro;

Batata frita é que era bom;

Sorvete, salgadinhos, bom-bom;

Chupava bala o dia inteiro!

 

Achava a sua vida boa,

Mas foi ficando cansado atoa;

Engordou, teve dor-de-dente;

Teve que tomar injeção;

Mas aprendeu a lição:

Quem come errado, fica doente!


O SAPINHO

 

Pula, pula, sapinho verde;

Pula, pula, no meu jardim;

Pula, pula, sapinho verde;

E canta, canta, só  para mim!

 

Pega, pega, o mosquitinho

Que aqui veio pra me morder;

Você é meu amiguinho,

E, assim, vai me defender.

 

Eu não acho você feio,

Você é muito importante,

Pois o Deus que fez você,

Também fez o elefante!

 

O elefante na floresta

E você no meu jardim,

Pra pegar os mosquitinhos

E cantar só para mim!



A FOCA MAROCA

 

A foca Maroca, fazendo fofoca

E comendo pipoca, na beira do mar;

Falou que o camarão é um grande ladrão

E que a D. Cegonha é muito sem-vergonha.

Falou que a baleia já andou na cadeia

E, até, que a tainha brigou com a sardinha;

Inventou que a orca é uma baleia porca

E que o mestre golfinho está devendo ao vizinho;

E falou muitas mentiras, lá pras bandas do cais;

Essa Maroca, foca que fala demais;

Até que, um dia, houve festa no mar;

Porque o Dr. Tubarão resolveu se casar!

Quinze dias alegres, a festa durou,

Mas, ninguém, para a festa, a foca convidou.

Entendeu que fofoca afasta os amigos,

Faz mal, envenena, provoca perigos.

Ficou só, lá na praia, a foca Maroca,

Chorando e dizendo: “Nunca mais fofoca!”

Acabou a história! Acabou a pipoca!

 

 

 

“Pois quem quer amar a vida e ver dias felizes, refreie a sua língua do mal...”(I Pedro 3:10)


A POMBINHA

 

Chove, chuvinha, chove, chuvinha,

Isso aqui virou mar;

 

Pára, chuvinha, pára, chuvinha,

Deus mandou parar!

 

Voa, pombinha, voa, pombinha,

Vá lá, ver como é!

 

E volta, pombinha, volta, pombinha,

Para a Arca de Noé!

 

 

“...mas a pomba, não achando onde pousar o pé, tornou a ele (Noé) para a arca;...” (Gên. 8:9)



O BALÃO

 

Que lindo! Que lindo!

O balão vai subindo,

Todo colorido...

Com fogo, um fogão!

 

Que feio! Que feio!

Com o vento que veio,

Caiu o balão,

Com seu grande fogão,

 

Queimou a mata! Que feio!

Com o vento que veio,

Queimou a floresta,

Balão, você  não presta!

 

“E disse (Deus): Produza a terra relva, árvores que dêem semente e árvores frutíferas que dêem fruto segundo a sua espécie...”(Gênesis 1: 11)


D. PREGUIÇA

 

D. Preguiça foi lá pra Suíça,

Mas, logo, a formiga a veio expulsar.

Disse: “Aqui se trabalha,

Você só atrapalha!

Pra quem só come e dorme,

Aqui não há lugar!”

 

“Em todo trabalho há proveito...” (Prov.14:23)

 


 O GATO LADRÃO

 

Um tal gato Gatureba,

Que era um grande ladrão,

Chamou o gato Gatilho

Pra roubar peixe no fogão;

 

Mas Gatilho respondeu:

“Com você eu não vou, não,

Porque a mamãe em ensinou

Que é errado ser ladrão!

 

Eu respeito a minha mãe,

Que é uma gata muito esperta;

Vale à pena obedecer

Porque ela sempre está certa!”

 

Gatureba foi lá sozinho,

Mas levou um escorregão

E queimou a pata peluda

Lá na chapa do fogão!

  8º Mandamento: “Não furtarás.”(Êxodo 20:15)

 

O PATO PATETA

 

Um pato pateta,

Malvado e zureta.

Caçoou do cabrito,

Que era perneta,

E da D. Galinha,

Que era ceguinha,

E da gata malhada,

Que era aleijada;

Mas caiu num barranco,

Cavado por gente,

Machucou-se e tornou-se

Um deficiente.

Muito arrependido,

Aprendeu a lição

E, aos outros doentes,

Ele pediu perdão!

 

PELUDINHO

 

Peludinho era um coelho,

Que não aceitava conselho,

Pois se achava sabichão.

Os dentes não escovava

E as mãos nunca lavava,

Antes de cada refeição.

 

A lição, nunca estudava;

À Escola, sempre faltava;

E a saúde e o ano perdeu!

Quem passou, ganhou uma bola,

E um lindo passeio, da Escola;

E Peludinho se arrependeu!


 

BELINHA,A MENTIROSA

 

Belinha, uma menina bonita,

Que usava um laço de fita,

Era muito inteligente;

Mas tinha um grave defeito,

Em que ninguém dava jeito:

Mentia pra toda a gente!

 

Para os seus pais ela mentia,

Para o avô, para a avó, para a tia;

E mentia muito na Escola,

Pois não estudava de verdade ;

Apelava pra falsidade,

E, nas provas, usava cola.

 

Um dia, quando acordou,

Uma doença ela inventou;

Pois à Escola quis faltar;

Mas a Profª fez surpresa,

E pra estudar a Natureza,

Levou a turma pra passear!

 

“Não minta mais,” , disse a vovó,

“Quem mente, sempre acaba só;

Pois ninguém crê no que diz!”

Belinha , muito arrependida,

Nunca mais mentiu na vida,

E cresceu alegre e feliz!

 

 

“Por isso, deixando a mentira, fale cada um a verdade com o seu próximo,...(Efésios 4:25)

 



 

SOCORRO, MAMÃE!


Ouvi esta historinha,  gostei e quero contar para você .

Zeca tinha oito anos  e era um  grande mentiroso ! Vivia inventando histórias.  Fazia uma cara séria e jurava que era verdade.

Mentia tanto que  ninguém acreditava mais nele. Sua mãe,  que era viúva  e trabalhava muito, sempre o repreendia e dizia que aquilo era muito feio e que Deus condenava a mentira.

Não adiantava, ele mentia cada vez  mais , mesmo que ficasse de castigo.
Eles moravam em um sítio e a sua mentira predileta era gritar, de longe: “Socorro,  mamãe, uma cobra me mordeu e eu não posso andar !”

Nas primeiras vezes, sua mãe corria,  aflita, mas  via que tudo era  mentira e  saia,  decepcionada  com seu filho.

Alguns dias se passaram e lá veio a mesma  história  da cobra. Acostumada com suas mentiras, não ligou.

Um bom tempo se passou e, como  ele não  aparecia ,  sua mãe foi procurá-lo . Desta vez era verdade!  Ele estava desmaiado, e a cobra  venenosa que o mordera,  ainda  estava ali perto.

Aflita, ela  o levou para o hospital e , depois de sofrer bastante, Zeca  foi salvo,  mas perdeu  dois dedos do pé.  Suas mentiras causaram  a demora no atendimento  e, por pouco, não morreu !

Voltou para casa  e nunca mais mentiu . Aprendeu que é errado e que ninguém confia em crianças ou adultos que  vivem mentindo .



 

 
 

O CONCURSO



O Natal estava chegando. A nova síndica resolveu fazer um concurso para as crianças do prédio. 

Bastaria ir ao Salão de Festas e construir um brinquedinho de sucata, bem simples, com qualquer material.

A criançada ficou animada! Chegou o dia!

Os quatro irmãos de Arthur pulavam de contentes, enquanto ele, preguiçoso, como sempre, dizia: “Seus bobos, eu vou é dormir”!

Uma hora depois, a criançada do prédio voltava e gritava feliz, pelos corredores.

Curioso, Artur levantou-se e , quando ia chegar à porta , seus irmãos entraram, com muita alegria, contando a novidade: todas as crianças que foram ao Salão, fizeram os brinquedinhos e ganharam uma caixa de bombons e um passeio a um parque de diversões, com sorvete e tudo de graça.

Artur, então, gritou: Eu também quero. Vou lá fazer o brinquedo!

Não adianta, disseram seus irmãos, o concurso já acabou!

Chorando, arrependido, ele aprendeu que o preguiçoso acaba perdendo...

A Bíblia ensina que devemos ser como as formiguinhas, que estão sempre prontas a trabalhar!



 








O BICHINHO ESQUISITO


 
A mãe de Carlinhos resolveu mexer nos vasos de plantas, e o chamou para ajudá-la.

De repente, ao entornar um dos vasos, Carlinhos levou um susto!

-           Mãe, que bicho esquisito é esse que está pulando?  Ele morde? É uma cobrinha?

-         Calma, Carlinhos, isso é que dá morar em apartamento!  É só uma minhoca, meu filho. Um bichinho inocente!

-
         Mas, mamãe, ela é nojenta e feia. Vamos pisar nesse bicho esquisito!

-         Meu querido, as minhocas são muito úteis.  Cavam buracos na terra e, assim, facilitando a entrada do ar e da água, as plantas ficam muito mais bonitas. Ah, e ainda produzem adubo, que é uma espécie de vitamina para os vegetais. Viu como elas são importantes? O caso do urubu é parecido com esse. Ele ajuda a limpar o nosso planeta e a evitar doenças. Deus fez esses animais porque nos ama. 

Admirado, pegou o bichinho com a pazinha e a pôs no vaso, dizendo: “D Minhoca, me desculpe, tá? A Srª é muito legal!”.

Então a mamãe abraçou o menino e lhe explicou que, às vezes, desprezamos uma pessoa por causa da sua aparência. Explicou , também que uma pessoa que faz um trabalho que ninguém vê , pode estar fazendo uma coisa muito importante, como a minhoca.





 

 


A MULHER QUE NÃO GOSTAVA DE CHUVA



D. Aurora morava no Rio de Janeiro. 

Todas as manhãs, ia à praia, para tomar banho de sol. Depois do almoço, ia trabalhar.

Havia, porém uma coisa que a deixava muito zangada. Era a chuva.  

Quando chovia, falava mal Deus e o mundo, dizendo que chuva só servia para atrapalhar a sua ida à praia.

Um dia, veio à surpresa: Seu patrão a chamou e disse que ela havia sido transferida para uma cidade do interior do Ceará!

Para não perder o emprego, mudou-se, embora muito zangada.

Era verão e ela até estava gostando do sol quente daquele lugar e do fato de que lá não chovia há muito tempo.

Acontece, porém, que os dias foram se passando e. nada de chuva  . Tudo foi ficando difícil para aquele povo: o gado morria, as frutas e as verduras acabaram e, até a água para beber terminou.

Vendo tanta dor, percebeu o quanto estava errada e pediu perdão a Deus por sua tolice e por não valorizar a chuva.

Criança querida, não fique brava porque a chuva atrapalha as suas brincadeiras ou passeios À chuva é uma bênção de Deus. Aprenda a gostar e a agradecer por ela! Tudo que Deus faz tem valor e beleza!

Ah!  Sabe de uma     coisa?   Depois que D. Aurora começou a orar, acabou chovendo naquele lugar e ela saiu pulando de alegria, sem sombrinha, tomando banho... De chuva!  Oba!

 






 

 

 

BRINCADEIRA PERIGOSA!

 

Pepe tinha dez anos e era um garoto muito inteligente, esperto e... Desobediente. Seu brinquedo predileto eram os fósforos, as bombinhas e os balões, que soltava às escondidas dos pais, que os avisavam dos perigos do fogo.

Duda, de nove anos, era seu melhor amigo, vizinho e cúmplice nas traquinadas. Os pais de ambos eram sócios e, como eles, amigos.

Estavam no mês de fevereiro e Pepe combinou, com Duda, fazer um grande balão vermelho, mesmo fora de época.

Sabendo que os pais não deixariam, o fizeram escondido.

Quando ficou pronto, após todos dormirem, pularam as janelas das casas vizinhas e foram para um terreno próximo. Com a ajuda de uma vara comprida, ergueram o balão e o soltaram. Parecia uma tocha de fogo no ar e eles acharam que era uma beleza!

Radiantes, o acompanharam com os olhos até o perderem de vista e voltaram para casa muito felizes com a aventura. Dormiram logo.

Meia hora depois, acordaram assustados com os gritos nervosos de seus pais, nas duas casas. Eles eram sócios de um Posto de Gasolina, a poucos quilômetros dali, e receberam um telefonema, avisando-os de que um grande balão vermelho havia caído e incendiado o Posto de Gasolina. Um funcionário chegou a queimar-se, tentando apagar o fogo.

Os meninos, arrependidos e chorando muito, não sabiam o que fazer.

Uma semana depois, não aguentando mais o remorso, contaram a verdade aos seus pais sobre o grande balão.

Embora tristes, os pais os perdoaram e os elogiaram por confessarem o seu erro. Pediram um castigo e foram proibidos de tomar sorvete por três meses.

Com sacrifício, o Posto foi reconstruído e os meninos aprenderam a lição, deixando de ser desobedientes e de brincar com fogos e balões. Entenderam que são brinquedos perigosos, que podem causar prejuízos, incêndios, queimaduras acidentes graves e até a morte de pessoas, árvores e animais.

Quem obedece, honra a seus pais agrada a Deus e é mais feliz!

 

 

 

 

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